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sábado, 2 de junho de 2012

A farra do Gilmar

GILMAR MENDES USOU DINHEIRO PÚBLICO PARA "VER" EQUINÓCIO NO AMAPÁ Dono de escola viajou com tudo pago pelo STF para receber título honorífico e observar de perto o sol incidindo diretamente sobre a linha do Equador
. Além das passagens aéreas com tratamento VIP, o povo brasileiro bancou, também, as diárias do ministro Gilmar Mendes em sua passagem por Macapá, nos dias 19 e 20 de março de 2009. Naquela ocasião, o magistrado-empresário largou o serviço em Brasília para ser homenageado pela Assembléia Legislativa do Amapá com o título de "cidadão amapaense", em evento que contou com a presença de outro amapaense ilustre, o maranhense José Sarney. O jurista-maior do Brasil aproveitou o embalo e foi até o Marco Zero da cidade conferir a horizontalidade dos raios solares na efeméride conhecida como "Equinócio das Águas". Tudo com o nosso rico dinheirinho. Para se inteirar das andanças do Professor Gilmar pelo Brasil e pelo mundo, e para saber mais sobre o equinócio e sobre as pororocas, clique aqui. POSTADO ORIGINALMENTE POR ESTE CLOACA NEWS NO DIA 28 DE MAIO DE 2009

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Samba da bolinha

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Garupa é para quem pode, Serra



Por: Brizola Neto

Dilma tem se mostrado muito ágil nas respostas sempre que provocada e usado os argumentos certos para rebater seus adversários. Como fez com O Globo, que tentou questionar as obras na Rocinha, desferiu um golpe definitivo em Serra, que a criticou indiretamente no Jornal Nacional ao afirmar que “não há presidente que possa governar na garupa”, sugerindo que Lula iria monitorá-la.

“O meu adversário tem um medo enorme da comparação entre o governo dele, que é o do FHC, e o meu, que é o do presidente Lula. Ele não pode estar na garupa do presidente FHC, porque aí é até uma covardia”, provocou Dilma hoje, em entrevista coletiva na Federação das Indústrias de Santa Catarina, segundo a Folha de S. Paulo.

Dilma disse ainda que “tem orgulho” do presidente Lula e o considera um presidente “muito forte, que mudou o Brasil”. Se com a primeira declaração, Dilma imobilizou Serra, com o complemento o nocauteou por completo.

Alguém já imaginou o Serra levando o Fernando Henrique para sua campanha e dizendo que vai dar continuidade ao governo do ex-presidente tucano, do qual participou com entusiasmo e se orgulha imensamente? Seria obrigado a afirmar que completaria o serviço, vendendo os Correios (que, aliás, tem insinuado), a Petrobras, Eletrobras e o que mais pudesse para liquidar o patrimônio público que restou do período de liquidação tucana.

Serra não tem coragem de dizer isso. Não dá um pio contra Lula. Não tem dignidade sequer de se apresentar como oposição. Procura se esconder num meio termo que não agrada gregos nem troianos. Foi por isso que empacou e agora começa a cair nas pesquisas. Serra é um nada politicamente. Renegou seu passado e virou uma coisa amorfa, insípida, insossa e inodora. Será varrido da vida pública com a derrota mais acachapante já sofrida por um tucano que se candidatou à Presidência. Um destino merecido para quem evita dizer quem é e age com uma dissimulação e um oportunismo de fazer corar até um Paulo Maluf.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

O inimigo do povo


Constituinte: Serra votou sempre contra os trabalhadores.



Fonte: http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2010/04/23/constituinte-serra-votou-sempre-contra-os-trabalhadores-e-o-lobo-em-pele-de-cordeiro/


COMO SE COMPORTOU JOSÉ SERRA NA CONSTITUINTE
a) votou contra a redução da jornada de trabalho para 40 horas;

b) votou contra garantias ao trabalhador de estabilidade no emprego;
c) votou contra a implantação de Comissão de Fábrica nas indústrias;
d) votou contra o monopólio nacional da distribuição do petróleo;

e) negou seu voto pelo direito de greve;

f) negou seu voto pelo abono de férias de 1/3 do salário;

g) negou seu voto pelo aviso prévio proporcional;

h) negou seu voto pela estabilidade do dirigente sindical;

i) negou seu voto para garantir 30 dias de aviso prévio;

j) negou seu voto pela garantia do salário mínimo real;

Fonte: DIAP — “Quem foi quem na Constituinte”;pag. 621.

terça-feira, 4 de maio de 2010

As noves conquistas de Serra


1 - recorde histórico de obras irregulares que despencaram em SP torna Governo de SP mais eficiente do que muitos grupos terroristas:A linha 4 do metrô caiu 2 vezes, assim como o Rodoanel. Pessoas perderam casas, alguns morreram, carros foram destruídos...

2 - mais alto nível de violência já registrado em SP, e a menor transparência do Brasil .Os registros de assaltos, homicídios e etc. dispararam em SP. Para disfarçar, os dados não são mais divulgados. A política de segurança pública foi um fiasco inegável...
http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,numeros-da-criminalidade-nas-ruas-de-sp-que-a-secretaria-nao-divulga,540468,0.htm
http://www.estadao.com.br/noticias/geral,espera-por-bo-leva-3-horas-na-maioria-das-dps-de-sp,442059,0.htm

3 - desvio de dinheiro da saúde para aplicações financeiras a ponto de faltarem remédios em diversas cidades, e privatização dos hospitais públicos de SP. Fracasso também na saúde...
http://producao.prsp.mpf.gov.br/tac/tac_pgweb_baixa_arquivo.php?term_id=5980

4 - briga da polícia civil com a polícia militar porque o governo congelou os salários dos primeiros durante quase 14 anos, o que fez com que o poder de compra dos salários caísse para menos da metade (talvez isso também tenha motivado o desastre em SP).

5 - alagamentos sem precedentes em SP, com bairros inteiros imersos durante semanas, mesmo depois de muitos dias sem chuva. Os motivos são vários: não houve desassoreamento do rio Tietê, as reservas da Sabesp foram privatizadas e mal administradas, não foram construídos os piscinões que há mais de 10 anos se sabia que eram necessários...

6 - conquistou o apoio da imprensa de SP, porém fez compras inexplicáveis e sem licitação - foram milhões de reais para a Editora Abril, fora as mais de 5 mil assinaturas dos jornais Folha e Estado de SP. A Veja realmente deve gostar dele...

Nota: os milhões de reais dados à Editora Abril referem-se à compra de material pedagógico produzido pela editora e assinaturas da revista "Nova Escola" para todas as escolas estaduais de São Paulo. Serra eliminou 5 horas/aula de humanas do currículo escolar para inserir uma matéria inventada chamada "Apoio Pedagógico", que consiste em simplesmente passar o conteúdo da apostila aos alunos. A compra desse material foi feita sem licitação, o que é proibido por lei. Isso pode ser confirmado com qualquer profesor de humanas do Estado e com a Apeoesp.
http://www.observatoriodaeducacao.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=639:contratacao-de-revistas-e-outros-materiais-sem-licitacao-e-pratica-recorrente-do-governo-de-sao-paulo&catid=73:controle-social&Itemid=107
http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/06/05/o-caso-nova-escola/

7 - quando Serra era prefeito em 2005 a cidade de São Paulo contratou com dinheiro público uma empresa esotérica para que videntes ajudassem a prever os problemas que a cidade enfrentaria. Trata-se da Fundação Cobra Coral - e do seu dinheiro, é claro.

8 - Serra é famoso por dizer que é o autor de coisas das quais sequer participou. A mais absurda foi a afirmação de que ele criou o seguro-desemprego, veiculada durante a campanha dele em 2002 para presidente (!?)

9 - Foi ministro do planejamento do Governo FHC, quando o Brasil foi à falência 3 vezes.

E a melhor promessa de sua campanha:

"Serra quer fim do Mercosul e promete desmontar legado de Lula"
http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16543

sábado, 6 de março de 2010

Vamos exorcisar esse DEMônio!


Agora o DEM acaba?
do blog Futepoca

Até 2008, o Democratas, ex-Partido da Frente Liberal (PFL), tinha os prefeitos de duas capitais e um governador de estado. Muito menos do que no período em que compunha, como parceiro prioritário, o governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB). A mudança de nome, em 2006, foi parte de uma estratégia de redefinir funções e superar o ranço anacrônico e desgastado que povoava o imaginário do eleitor sobre a turma que já foi Arena e PDS.

César Maia teve seu mandato encerrado, passando a bola a Eduardo Paes no Rio de Janeiro. Ficaram Gilberto Kassab, reeleito em São Paulo, e José Roberto Arruda, no Distrito Federal.

Este último sequer reside nas fileiras do partido. Em meio à maior crise político do DF, Arruda está preso há 23 dias, desde quando também se licenciou do cargo. Antes, havia se desfiliado para evitar uma expulsão. Era cotado para ser vice do governador de São Paulo, José Serra (PSDB), por analistas – o que deu origem ao "vote em um careca e leve dois".

No dia 22 de fevereiro Kassab foi cassado. A decisão foi publicada apenas nesta terça-feira, 22, no Diário Oficial. Os advogados de defesa tiveram já dois dias para preparar os recursos e reverter, por liminar, a sentença do juiz Aloísio Sérgio Resende Silveira, da 1ª Zona Eleitoral. Situação semelhante passaram 13 vereadores da capital, todos da base de Kassab – outros três aguardam julgamento.

O problema são doações de R$ 9,6 milhões, um terço do total arrecadado pela campanha, de fontes consideradas irregulares pela Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo. Mesmo antes do anúncio, Kassab manifestava a assessores a certeza de que seria, de fato, cassado, mas poderia reverter tudo na segunda instância.

É no Tribunal Regional Eleitoral que moram as esperanças do DEM.

Seus dois expoentes em cargos do Executivo estão na berlinda. Os dois tiveram vínculos com Serra, até por estarem nessa posição de destaque. A possibilidade de o DEM indicar o vice de uma chapa tucana pode ser atrapalhada. Aliás, o Kassab formou chapa com o tucano na disputa à prefeitura, além de ter conseguido seu apoio informal mesmo com uma candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB) ao cargo.

Elos com Serra à parte, dos 14 senadores do DEM, oito têm seus mandatos em disputa neste ano. Para um partido que viu sua bancada cair de 84 de 2006 para os atuais 56 em exercício (foram 19 eleitos a menos e nove abandonaram o barco desde então). Naquela disputa, o agrupamento miguou de um partido grande para um médio.

Em meio a sua maior crise pelo menos desde que mudou de alcunha e com riscos de não ter um nome de peso para compor uma chapa com um José Serra – que já acumula desgastes demais para um ano eleitoral que nem passou do segundo mês –, será exagero se perguntar se agora o DEM acaba?

Em tempo, ninguém aqui falou em "se ver livre dessa raça" e muito menos que está "encantado" com a seqüência.

Em tempo 2: Kassab conseguiu efeito suspensivo da decisão. Até que o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) se pronuncie, ele mantém-se no cargo.

Fonte: Futepoca