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domingo, 8 de agosto de 2010

Santos do pau-oco, os verdadeiros terroristas!


Os rapazes da foto tem origem nas chamadas boas famílias de classe média, branca, cristã, protestante e que tiveram acesso a boas escolas e à academia militar da força aérea estadunidense. Qualquer mãe gostaria de ter como genro um rapaz destes - não é assim que se diz?

Entretanto, se tratam de perigosos terroristas. Minutos depois de posar para esta fotografia histórica, eles movimentaram uma fabulosa máquina de morte e destruição que matou na hora cerca de 140 mil pessoas (98% de civis) em Hiroshima, no dia 6 de agosto de 1945, há 65 anos.

O do centro, fumando cachimbo, é o piloto Paul Tibbets do avião B-29, o Enola Gay, que acionou o mecanismo que liberou a bomba nuclear sobre a cidade japonesa, e que a destruiu minutos depois, deixando-a contaminada com a letal poeira atômica, carninogênica e teratogênica.

Que diferença há entre esse pessoal cristão e os muçulmanos ortodoxos do talibã, por exemplo?

Muita diferença. Os talibãs - "fanáticos", como gosta de frisar a imprensa ocidental - lutam pela sua terra, pela sua cultura, pela sua crença religiosa e não invadem o país de ninguém.

Esses sete rapazinhos brancos lutavam pelo quê mesmo? Ah, sim, diziam-se guardiães da civilização ocidental, da sociedade de consumo e do capital e - claro - de um Deus branco, misericordioso e que prega o amor entre os mansos e humildes de coração.

Foto: AP/Força Aérea dos EUA

Fonte: Diário Gauche

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Hollywood enganjada!!!



Texto publicado em "Observatório da Imprensa"

Quando o cinema vai à guerra

Por Lilia Diniz em 7/10/2009


Ditadores e democratas exploraram o potencial mobilizador das telas de cinema desde o seu surgimento, mas durante a Segunda Guerra Mundial, a sétima arte uniu-se aos aparelhos de Estado e foi à luta. O Observatório da Imprensa veiculado terça-feira (06/10) pela TV Brasil exibiu o segundo episódio da série de quatro programas especiais sobre os 70 anos do início do conflito, intitulado "Hollywood de Uniforme".

Desde a ascensão dos regimes fascistas ao poder até o último disparo, centenas de filmes foram produzidos tanto pelos países Aliados, quanto pelas potências do Eixo. De todos os centros de produção cinematográfica, Hollywood foi o mais emblemático. Abrigou imigrantes e refugiados e foi o responsável clássicos, como "Casablanca". E mesmo após os tratados de paz, a guerra continuou presente e foi tema de filmes inesquecíveis, como "A lista de Schindler".

No editorial que abriu o programa, Alberto Dines explicou que o cinema de Hollywood enfrentou o nazismo antes mesmo do início da guerra. Desde a chegada de Hitler ao poder, em 1933, artistas e intelectuais deixaram em massa a Alemanha e se refugiaram em diversos países. "A Alemanha enxotou os seus escritores e artistas. Hollywood, a capital da fantasia, a fábrica do sonho americano, os acolheu de braços abertos e com eles construiu um formidável auditório mundial", disse.

Dines explicou que este centro de produção cinematográfica foi construído por imigrantes que logo perceberam o perigo do nazismo. "A 2ª guerra mundial foi uma guerra total e graças ao cinema, principalmente graças a Hollywood, a retaguarda não ficou distante das frentes de combate. Todos eram soldados", avaliou.

O fascínio das massas

O cinema foi intensamente usado como arma de propaganda política pelo regime nazista. Na década de 1930, Leni Riefenstahl foi escolhida para realizar uma série de filmes para exaltar a superioridade ariana. As imponentes cenas dos documentários "Triunfo da Vontade" e "Olympia", que retratam uma Alemanha organizada e próspera dos anos antes da guerra, foram exibidas repetidamente pelo regime totalitário. "Ela queria ser atriz em Hollywood. Não conseguiu, mas tornou-se a cineasta de Hitler, subordinada diretamente ao Führer", explicou. Leni Riefenstahl não era nazista, mas era "fascinada pela estética das massas". Neste mesmo período, o Reich produziu alguns filmes antisemitas como "Judeu Süss" e "O Judeu Errante".

Mesmo antes do início oficial da guerra, com a invasão da Polônia pela Alemanha em setembro de 1939, Hollywood já voltava-se contra o nazismo. Desde 1937, a Warner Bros. produzia filmes abertamente anti-hitleristas. Luiz Carlos Merten destacou que por força da depressão, outros estúdios preferiam fazer comédias escapistas e musicais, mas a Warner sempre teve uma acentuada preocupação social. "Eles produziam filmes de gângster, eles produziam um ciclo de prisões, um ciclo de filmes sociais, de diretores como Marvin Leroy, Michael Curtiz. E foi a Warner o estúdio que primeiro começou a se preocupar com essa coisa". Outro centro de produção que desde cedo alertou o mundo para o perigo do nazismo foi a United Artists, um estúdio de artistas do qual Charles Chaplin era um dos fundadores.

Alerta ainda antes da guerra

Uma produção deste período deixou o Fürer especialmente furioso: "Confissões de um Espião Nazista". Dines destacou que mesmo com os protestos de Hitler, o filme foi exibido porque "nos Estados Unidos o cinema não era censurado pelo governo". Houve grande polêmica durante o processo de aprovação do roteiro. O crítico de cinema Ely Azeredo explicou que o sistema de censura interna dos estúdios de Hollywood dificultou a exibição dão filme.

"Joseph Brin que era o manda-chuva desse código de produção, procurou aconselhar a Warner de que eles poderiam perder o mercado na Europa com um filme dessa natureza e ponderava que Hitler criou um bem estar para o povo alemão. Enfim, colocando a Alemanha a ombrear com outras nações industriais. E que seria um erro comercial para a própria Warner. Ele falou, falou, mas os irmãos Warner bateram na mesa e disseram: ‘o filme vai’". Já em 1939, a Warner produziu "Sargento York", ambientado na Primeira Guerra Mundial. O personagem principal, interpretado por Garry Cooper, era um pacifista. "Ele tinha aquela decisão de não usar armas, de não combater. Sendo pacifista, ele acaba durante a guerra usando a arma, matando alguns semelhantes, e se convencendo de que em certas ocasiões, para salvar, outras vidas, é preciso matar", disse Ely Azeredo.

Na linha de frente da guerra aberta de Hollywood contra a suástica, estavam refugiados alemães e austríacos, como Fritz Lang, Otto Preminger, Robert Siodmak, Douglas Sirk, Michael Curtiz e Fred Zinneman. "Outro grande nome deste período é Billy Wilder", disse Dines. Seu filme "Cinco Covas para o Egito" tinha como tema a guerra no deserto. "Os aliados acabavam de desembarcar no norte da África. Era preciso comemorar as primeiras vitórias contra os nazistas desde a queda da França. O marechal Rommel havia sido abatido pelos ingleses e Billy Wilder escolhe para personificá-lo um dos maiores cineastas alemães, Erich von Stroheim",explicou Dines. De tanto interpretar nazistas, o ator acabou se transformando em um protótipo do militar alemão.

A contribuição dos refugiados

"Houve um momento em que toda aquela gente, todos aqueles refugiados, que tinham ido da Alemanha, da França todos aqueles diretores, roteiristas, fotógrafos etc, todos em Holywood começaram um trabalho de conscientização, que estava ocorrendo realmente, uma coisa incrível, horrível na Europa. E essa consciência foi se acentuando. O papel desses imigrantes europeus, foi determinante, foi muito forte", explicou Luiz Carlos Merten. Grandes diretores de Holywood fizeram documentários sobre o conflito, John Ford, por exemplo, que fez um filme registrando a batalha de Midlleway.

E entre os refugiados franceses, o preferido de Ely Azeredo é Jean Renoir, que fez um filme sobre a resistência da Noruega. "Em relação aos alemães, em filme pequeno de poucas ambições. Mas ele fez nos Estados Unidos em filme maravilhoso chamado ‘Amor à terra’. Um filme passado entre agricultores sobre o sul dos Estados Unidos, extremamente realista", avaliou o crítico de cinema. Para Azeredo, o cinema americano é um cinema de emigração, nunca é um cinema "All American".

O riso contra a barbárie

Impressionado com a Noite dos Cristais, quando em 1938 uma série de ataques destruiu sinagogas e lojas de judeus na Alemanha, Charles Chaplin decidiu produzir um filme ridicularizando Hitler. Em 1940, estreou "O Grande Ditador". O filme foi censurado em diversos países, inclusive no Brasil. Chaplin vive dois personagens no longa-metragem: um barbeiro judeu e o ditador Hynkel. Dines destacou que a semelhanças entre os bigodes de Chaplin e Hitler não foi casual. "No inicio da carreira como agente provocador, Hitler queria no rosto algo que o tornasse imediatamente reconhecido. Escolheu o bigodinho de Charlie Chaplin, o comediante mais famoso no mundo", disse.

O jornalista destacou que Hitler viu o filme duas vezes e ficou furioso, pois os Estados Unidos e a Alemanha ainda mantinham relações diplomáticas. "O ditador considerou o filme como uma agressão, as alusões eram diretas demais: Hitler era Adenoid Hynkel, Göring era Herring, arenque, Goebbels era Garbish (em inglês, lixo). Ao contrário de "Tempos Modernos", Chaplin usou e abusou do som e da palavra falada. Há dois discursos: um deles do ditador Hynkel, uma sátira em alemão caricatural imitando as falas delirantes e histéricas do Führer. O outro (naturalmente em inglês) é pronunciado através do rádio pelo barbeiro judeu, fingindo que é o ditador. Dirigido à sua amada Hannah que, na realidade, era a então mulher de Chaplin, a rebelde Paulette Goddard. Um dos textos mais bonitos do cinema, seis minutos de amor à humanidade, de fé e esperança num mundo sem guerras", avaliou.

You must remember this

Em 1942, estreou aquele que seria considerado como o filme mais emblemático da Segunda Guerra Mundial: "Casablanca". Protagonizado por Ingrid Bergman e Humphrey Bogart, o clássico da Warner Passado na cidade marroquina em poder dos franceses colaboracionistas mostra o dilema da personagem de Bergman dividida entre duas paixões. "A Suécia era neutra, mas a sueca Ingrid Bergman jamais vacilou em apoiar a causa anti-nazista", disse Dines. A produção do filme foi conturbada.

O roteiro era aprovado apenas na noite anterior às filmagens. "A história é toda implausível, escrita diariamente, a produção do filme inteiramente louca", comentou o crítico de cinema Sérgio Augusto. O final foi decidido pelo diretor Michael Curtiz durante a filmagem da última cena. Inesperadamente, o casal de protagonistas não termina junto. "Só o fato de o casal não ficar unido, haver uma renúncia isso já era uma grande novidade em Hollywood na época", disse Luiz Carlos Merten. O crítico de cinema explicou que o filme é carregado de códigos.

A produção de Hollywood não atingia apenas aos adultos. Ainda crianças no período da guerra, os escritores Luis Fernando Veríssimo e Moacyr Scliar contaram suas impressões para Dines. "Eu fiquei tão entusiasmado com aquilo que, nos meus brinquedos solitários, comecei a matar japoneses e alemães. Tanto, que até chegaram a me levar ao médico porque eu estava excitado demais com a guerra". Um filme que marcou Scliar foi "Passagem para Marselha", protagonizado por Humphrey Bogart, sobre a resistência dos franceses contra o nazismo. "Tem uma cena em que um jovem adolescente atingido por balas alemães morre gritando ‘vive la France e que a gente chorava. Aqueles filmes tinham uma grande capacidade de mobilizar o nosso sentimento, que era um sentimento nacionalista", relembrou.

A mobilização dos artistas

Artistas foram convocados para participar do esforço de guerra. Grandes nomes pegaram em armas e lutaram nos campos de batalha, como Clark Gable. Outro, fizeram parte do esforço de guerra holywoodiano, como Marlene Dietrich e Carmem Miranda. John Wayne, por exemplo, virou herói de guerra na memória dos espectadores, sem ter dado um único disparo durante a guerra, como contou o escritor Ruy Castro. Sérgio Augusto comentou a idéia das Cantinas de Holywood, que uniam oficiais, soldados e artistas em uma cavalariça alugada por Bete Davis. A iniciativa virou um filme: "Um sonho de Holywood". Os atores lavavam pratos e serviam os soldados para transmitir a idéia de união. Em uma cena do filme, ao saber que estava dançando com a atriz Joan Crawford, um soldado desmaia.

***

Hollywood de uniforme

Alberto Dines # editorial do programa n. 523, no ar 06/10/2009

Bem-vindos ao Observatório da Imprensa.

Adolf Hitler começou a guerra através do rádio e quem o enfrentou antes de todos foi o cinema de Hollywood. Os nazistas apostaram na delirante doutrinação da nação germânica certos da sua superioridade: sozinha conquistaria o mundo. Os nazistas não contaram com o mundo, não contaram com a humanidade e sua infinita capacidade de produzir aproximações.

Empenhados em expulsar os indesejáveis, os nazistas esqueceram-se da capacidade de resistência dos refugiados. O Nobel de Literatura Thomas Mann, um dos primeiros a deixar a Alemanha depois da ascensão de Hitler, disse que "os nazistas queimaram os livros que não saberiam escrever". A Alemanha enxotou os seus escritores e artistas. Hollywood, a capital da fantasia, a fábrica do sonho americano, os acolheu de braços abertos e com eles construiu um formidável auditório mundial.

Hollywood foi construída por uma comunidade de imigrantes e estes imigrantes perceberam o perigo antes dos estadistas. O representante da Warner na Alemanha, Joe Kaufmann, foi morto por vândalos nazistas no pogrom da Noite dos Cristais, em 1938. No ano seguinte, Jack Warner começava a produzir filmes antinazistas que culminaram com Casablanca, inesquecível combinação de romance e idealismo político.

A mesma Noite de Cristais levou Charlie Chaplin a transformar o adorável vagabundo chamado Carlitos, num militante humanitário. Hitler era um cinéfilo, assistiu-o, ficou furioso, nada podia fazer apesar do seu poderio militar. Seus histéricos discursos no rádio não chegavam ao mundo, ao contrário do discurso final de Chaplin, transformado num hino internacional da paz.

A Segunda Guerra Mundial foi uma guerra total e, graças ao cinema, principalmente graças a Hollywood, a retaguarda não ficou distante das frentes de combate. Todos eram soldados. Hollywood não permitiu que os campos de extermínio, a solução final e o holocausto fossem encobertos pelas comemorações da vitória. Neste momento, o cinema bélico deu lugar ao cinema-atrocidade.

Esta outra guerra talvez nunca saia de cartaz.

segunda-feira, 23 de março de 2009

BOAS VIZINHANÇAS! "mas non tropo"


No jogo da aproximação entre o Brasil e os Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial, entraram em cena importantes elementos simbólicos para a construção de uma geografia cultural que enfatizasse o poder norte-americano abaixo da linha do equador. O caminho entre as Américas deveria ser uma avenida de mão dupla: os brasileiros tinham de ser convencidos de que o american way of life (estilo americano de vida) era o ideal da democracia, e os americanos acreditariam nos brasileiros como inofensivos “amantes do samba e das mulatas”. A Política da Boa Vizinhança do presidente Franklin Delano Roosevelt buscava uma solidariedade hemisférica, definida no contexto da Segunda Guerra e nos termos dos interesses norte-americanos. Visava garantir a posição estratégica dos aliados no Cone Sul frente às forças do Eixo. Afirmavam-se, assim, os símbolos de uma cultura que se internacionalizava, contando-se para tal com todos os recursos da mídia disponíveis na época – cinema, imprensa e publicidade –, no seu papel de divulgar valores e criar modas. É nesse contexto que locações, temas e talentos latino-americanos ganham espaço até então inédito nas produções hollywoodianas. Carmem Miranda foi exemplo disso. Ademais, a atuação do desenhista Walt Disney ao retratar as várias localidades da América do Sul (Brasil, Argentina, Chile, etc.) em seus longa-metragens que mesclavam cenas reais com animação, mostra como o intercâmbio cultural e a representação do “outro” como nação – até então desconhecida em termos de valores culturais – eram uma das estratégias mais poderosas dos norte-americanos nesse período. Essas “estratégias” serviram para mostrar como a cultura brasileira foi aos poucos incorporando elementos socioculturais dos Estados Unidos, algo que não se restringiu e nem se esgotou nesse período de guerras, mas permaneceu, ampliou-se e hoje está cada vez mais presente na sociedade, nos costumes, nos hábitos e nos valores, não só do Brasil, mas do mundo em quase sua totalidade. Desse modo, é importantíssimo reavaliar sempre este tema para que possamos adentrar o mundo do século XXI, o qual é cada vez mais marcado pelo intercâmbio de culturas e valores entre as nações, com um mínimo de consciência e participação ativa, já que estamos sendo inseridos voluntária ou compulsoriamente nele através do uso da tecnologia e informação disseminadas.

sábado, 10 de janeiro de 2009

Verdade histórica ou Teoria da Conspiração?

HITLER ERA UM ROTHSCHILD!!
A Segunda Guerra Mundial foi incrivelmente produtiva para a agenda de controle global da Illuminati. Ela levou a uma explosão de instituições globalmente centralizadas, como as Nações Unidas e a Comunidade Européia, agora União Européia, e muitas outras nas finanças, nos negócios e na área militar. Precisamente o que eles queriam. Isso também deixou países sob um enorme fardo com as dívidas dos empréstimos feitos para todos os lados pelos... Rothschilds e os Illuminati.
Os Rothschilds tinham há muito tempo um plano de criar um feudo pessoal para eles mesmos e para os Illuminati na Palestina e esse plano envolvia manipular o povo judeu a estabelecer a área como sua "terra natal." Charles Taze Russell, da linhagem Russell Illuminati-reptiliana, foi o homem que fundou a Sociedade Watchtower, mais conhecida como as Testemunhas de Jeová. Ele foi um Satanista, um pedófilo segundo sua esposa, e mais do que certamente um Illuminati. Sua nova "religião" (culto de controle da mente) foi financiado pelos Rothschilds e ele era amigo deles, bem como os fundadores dos Mórmons que eram também financiados pelos Rothschilds por intermédio de Kuhn, Loeb, and Co. Russell e os fundadores dos Mórmons eram todos Maçons. Em 1880, Charles Taze Russell, este amigo dos Rothschilds, previu que os judeus iriam retornar à sua terra natal. Essa provavelmente foi a única previsão de Russell que se realizou. Por que? Porque ele sabia que esse era o plano. Ele escreveu aos Rothschilds louvando seus esforços em estabelecer uma terra natal dos judeus na Palestina.
Então, em 1917, veio a famosa Declaração Balfour, quando o Ministro Britânico de Assuntos Estrangeiros, Lorde Balfour, declarou em nome do seu governo que eles apoiavam a criação de uma terra natal dos judeus na Palestina. Agora quando você ouve essa frase, a Declaração Balfour, você tem a impressão de que ela era uma espécie de nota dirigida ao público. Mas não era.
A Declaração Balfour foi uma carta de Lorde Balfour para... Lorde Lionel Walter Rothschild. Pesquisadores dizem que a carta foi de fato ESCRITA por Lorde Rothschild e seu empregado, o banqueiro, Alfred Milner. Agora veja isso. Uma das mais importantes sociedades secretas do século XX é chamada a Mesa Redonda (Round Table). Ela é baseada na Inglaterra com sub-sedes no mundo todo. É a Mesa Redonda que no final das contas orquestra a rede do Grupo Bilderberg, O Conselho de Relações Exteriores, A Comissão Trilateral e O Instituto Real para Assuntos Internacionais. Veja meus livros para mais detalhes. Que fascinante então, que Lorde Balfour era um membro do círculo interno da Mesa Redonda, Alfred Milner era o líder oficial da Mesa Redonda quando da morte de Cecil Rhodes, e a Mesa Redonda era financiada por... Lorde Lionel Walter Rothschild. Essas eram as três pessoas envolvidas na Declaração Balfour de 1917.
Dois anos depois, em 1919, veio a Conferência de Paz de Versalhes perto de Paris, quando a elite da Mesa Redonda da Inglaterra e dos Estados Unidos, pessoas como Alfred Milner, Edward Mandel House e Bernard Baruch, foram designadas para representar seus países nas reuniões que decidiram como o mundo seria mudado como resultado da guerra que essas mesmas pessoas haviam criado. Eles decidiram impor à Alemanha pagamentos de indenizações de guerra impossíveis, assegurando então o colapso da República Weimar pós-guerra em meio ao inacreditável colapso econômico que levou o Rothschild, Hitler, ao poder. Foi enquanto estavam em Paris que esses Illuminati membros da Mesa Redonda se reuniram no Hotel Majestic para iniciar o processo de criação da rede Bilderberg-CRE-IRAI-Comissão Trilateral. Eles também decidiram em Versalhes que eles então apoiariam a criação de uma pátria para os judeus na Palestina. Como eu mostro em meus livros, CADA UM DELES ou era da linhagem Rothschild ou era controlado por eles.
O Presidente Americano, Woodrow Wilson, foi "aconselhado" em Versalhes pelo Coronel House e Bernard Baruch, ambos clones Rothschild e líderes da Mesa Redonda nos Estados Unidos; O Primeiro Ministro Britânico, Lloyd George, foi " aconselhado" por Alfred Milner, empregado de Rothschild e líder da Mesa Redonda, e Sir Phillip Sassoon, um descendente direto de Mayer Amschel Rothschild, o fundador da dinastia; o líder francês, Georges Clemenceau, foi "aconselhado" por seu Ministro do Interior, Georges Mandel, cujo nome real era Jeroboam Rothschild.
Quem você acha que estava fazendo as decisões aqui??
Mas isso foi bem mais longe. Na delegação americana também estavam os irmãos Dulles, John Foster Dulles, que se tornaria Secretário de Estado dos EUA, e Allen Dulles, que se tornaria o primeiro cabeça da nova CIA após a Segunda Guerra Mundial. Os irmãos Dulles eram da linhagem genética, tornar-se-iam mais tarde apoiadores de Hitler, e eram empregados pelos Rothschilds na Kuhn, Loeb, and Co. Eles também estavam envolvidos no assassinato de John F. Kennedy e Allen Dulles iria servir na Commissão Warren que investigou o assassinato. A delegação americana em Versalhes também foi representedada por Paul Warburg, controlado pelos Rothschild, do Kuhn, Loeb e da filial americana da I.G. Farben, enquanto a delegação alemã incluía seu irmão, Max Warburg, que tornar-se-ia banqueiro de Hitler!! O anfitrião deles na França durante a conferência de "paz" foi o... Barão Edmond de Rothschild, a principal força da época pressionando para a criação de uma pátria judaica em Israel. Veja meus livros para mais detalhes.
Os Rothschilds sempre foram a verdadeira força por trás do Movimento Sionista. Sionismo é de fato SIONismo, Sion = o Sol (the Sun), logo o nome da sociedade secreta de elite por trás da linhagem Merovíngia, o Priorato de Sião (Priory of Sion). Ao contrário do entendimento da maioria das pessoas, Sionismo não é o povo judeu. Muitos judeus não são sionistas e muitos não-judeus são. Sionismo é um movimento político, não uma raça. Dizer que Sionismo é o povo judeu é como dizer que o Partido Democrata é o povo americano. Judeus que se opõem ao Sionismo, no entanto, têm sofrido muita oposição.
Agora, tendo manipulado seus governos-marionete para apoiar seu plano de um feudo pessoal no Oriente Médio, os Rothschilds iniciaram o processo de acomodar pessoas judias na Palestina. Como sempre eles trataram seu próprio povo com desprezo. Entra o Barão Edmond de Rothschild, o"Pai de Israel", que morreu em 1934, o homem que hospedou as delegações de "paz" de Versalhes. Edmond era da casa francesa, como Guy de Rothschild. Edmond, de fato, começou a instalar judeus na Palestina desde a década de 1880 (quando Charles Taze Russell estava fazendo sua previsão). Ele financiou judeus russos para estabelecerem-se na Palestina, mas isso não tinha nada a ver com sua liberdade ou direito de nascença, isso era para avançar a agenda Rothschild-Illuminati. Edmond financiou a criação de fazendas e fábricas e dirigiu toda a operação com uma barra de ferro. Aos fazendeiros judeus era dito o que plantar e eles logo descobriram quem estava no comando se eles questionassem suas ordens. Em 1901, esse povo judeu reclamou a Rothschild da ditadura sobre suas terras ou "Yishuv". Eles perguntaram-lhe:
"...se você deseja salvar a Yishuv, primeiro tire suas mãos dela e... pelo menos por uma vez permita aos colonos a possibilidade de corrigir por eles mesmos qualquer coisa que necessite ser corrigida..."
Barão Rothschild respondeu:
"Eu criei a Yishuv, eu somente. Portanto, nenhum homem, nem colonos ou organizações, tem o direito de interferir em meus planos..."
Em uma sentença, você tem a verdadeira atitude dos Rothschilds para com o povo judeu, e de fato, para com a população humana em geral. Essas pessoas NÃO são judias, elas são um linhagem não-humana com um código genético reptiliano que se escondem atrás do povo judeu, usando-o como uma cortina de fumaça e como um meio para um fim. Conforme o livro de Simon Schama, Two Rothschilds and the Land of Israel (Collins, London, 1978), os Rothschilds adquiriram 80% da terra de Israel.
Edmond de Rothschild trabalhou conjuntamente com Theodore Herzl, que apenas aconteceu de ser o fundador do Sionismo, o movimento político criado para assegurar uma pátria "judaica" na Palestina. Rothschild era também o poder por trás de Chaim Weizmann, um outro líder do Sionismo. Como Rothschild disse a Weizmann:
"Sem mim o Sionismo não teria sido bem-sucedido, mas sem o Sionismo meu trabalho estaria fadado ao fracasso."
Então, agora com os Rothschilds aumentando seu financiamento de colônias judias na Palestina, e com seus agentes nos governos oficialmente apoiando seus planos para uma terra natal Rothschild, digo judia, eles precisavam de um catalisador que demolisse os protestos árabes à invasão de seu país. Esse catalisador foi o horrível tratamento dado aos judeus na Alemanha e nos países que eles conquistaram por seus Nazistas Rothschild-financiados e por um dos seus, um Rothschild chamado Adolf Hitler.
A onda de repugnância aos campos de concentração nazistas deu um ímpeto vital e, finalmente, crucial à agenda Rothschild. Foram eles que patrocinaram operações terroristas judias como a Gangue Stern e Irgun, que chegaram a cometer mutilações e assassinatos para trazer o Estado de Rothschild (Israel) à existência em 1948. Esses grupos terroristas, que chacinaram pessoas judias com igual entusiasmo, eram liderados pelas mesmas pessoas que posteriormente ascenderam para liderar a nova Israel... pessoas como Menachem Begin, David Ben-Gurion, Yitzhak Rabin e Yitzhak Shamir. Foram essas gangues Sionistas Rothschild-controladas que assassinaram o mediador internacional Conde Bernadotte em 17 de setembro de 1948, aparentemente porque ele intencionava apresentar uma nova resolução de partilha às Nações Unidas.
E os Rothschilds não estavam satisfeitos ao causarem o inimaginável sofrimento do povo judeu sob o regime Nazista, eles também roubaram sua riqueza quando a guerra terminou, da mesma forma que roubaram a riqueza russa durante a revolução que eles haviam financiado.
No começo de 1998, durante uma turnê de palestra na África do Sul, eu tive um encontro pessoal com P.W. Botha, o Presidente da África do Sul nos anos 80 durante o apartheid. O convite veio de repente quando eu estava palestrando a umas poucas milhas de sua casa. Nós falamos por uma hora e meia sobre a manipulação da África do Sul e não demorou muito para nomes como Henry Kissinger, Lorde Carrington, e os Rothschilds surgirem.
"Eu tive estranhas negociações com os Rothschilds ingleses em Cape Town quando eu era presidente", ele disse, e então prosseguiu me contando uma história que resume os Rothschilds perfeitamente. Ele disse que eles haviam requerido uma reunião com ele e seu ministro de relações exteriores, o operativo Illuminati Pik Botha (sem parentesco). Nessa reunião, ele disse, os Rothschilds disseram-lhe que havia uma enorme riqueza em contas de bancos suíços que haviam pertencido a judeus alemães anteriormente e estava disponível para investimento na África do Sul se eles pudessem entrar em acordo quanto aos juros. Essa é a mesma riqueza, roubada dos judeus alemães que sofreram sob os nazistas, que veio à luz entre grande escândalo nos anos recentes. Os Rothschilds têm feito uma fortuna com isso desde a guerra!! Botha contou-me que ele se recusou a aceitar o dinheiro, mas Pik Botha deixou a reunião com os Rothschilds e ele não tinha certeza se eles tinham chegado a um acordo.
De tirar o fôlego? Com certeza que sim, mas o mundo não é como imaginamos que ele seja.
Até hoje os Rothschilds continuam a controlar o Estado que tem o seu símbolo de família em sua bandeira e são eles que usam aquele país e seu povo para manter o conflito, tanto dentro de suas fronteiras quanto com os países árabes vizinhos, o que permitiu aos Illuminati-Rothschilds controlar o chamado "Arco da Crise" no Oriente Médio por meio do dividir, governar e conquistar. Isso tem permitido a eles, não menos, controlar os países produtores de petróleo desde a guerra quando o petróleo realmente tornou-se importante.

Texto de David Icke.

Ver texto completo em: http://www.umanovaera.com/