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sábado, 2 de junho de 2012

A farra do Gilmar

GILMAR MENDES USOU DINHEIRO PÚBLICO PARA "VER" EQUINÓCIO NO AMAPÁ Dono de escola viajou com tudo pago pelo STF para receber título honorífico e observar de perto o sol incidindo diretamente sobre a linha do Equador
. Além das passagens aéreas com tratamento VIP, o povo brasileiro bancou, também, as diárias do ministro Gilmar Mendes em sua passagem por Macapá, nos dias 19 e 20 de março de 2009. Naquela ocasião, o magistrado-empresário largou o serviço em Brasília para ser homenageado pela Assembléia Legislativa do Amapá com o título de "cidadão amapaense", em evento que contou com a presença de outro amapaense ilustre, o maranhense José Sarney. O jurista-maior do Brasil aproveitou o embalo e foi até o Marco Zero da cidade conferir a horizontalidade dos raios solares na efeméride conhecida como "Equinócio das Águas". Tudo com o nosso rico dinheirinho. Para se inteirar das andanças do Professor Gilmar pelo Brasil e pelo mundo, e para saber mais sobre o equinócio e sobre as pororocas, clique aqui. POSTADO ORIGINALMENTE POR ESTE CLOACA NEWS NO DIA 28 DE MAIO DE 2009

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Contatos imediatos de 1º grau

Eis aqui os endereços eletrônicos dos senadores em Brasília. Mande bronca!

Senador Partido Partido Estado Correio eletrônico

Acir Gurgacz PDT RO acir@senador.gov.br

Aécio Neves PSDB MG aecio.neves@senador.gov.br

Aloysio Nunes Ferreira PSDB SP aloysionunes.ferreira@senador.gov.br

Alvaro Dias PSDB PR alvarodias@senador.gov.br

Ana Amelia PP ana.amelia@senadora.gov.br

Ana Rita PT ana.rita@senadora.gov.br

Angela Portela PT R...R angela.portela@senadora.gov.br

Anibal anibal.diniz@senador.gov.br

Antonio Carlos Valadares PSB antval@senador.gov.br

Armando Monteiro PTB PE armando.monteiro@senador.gov.br

Benedito de Lira benedito.lira@senador.gov.br

Blairo Maggi blairo.maggi@senador.gov.br

Casildo Maldaner PMDB SC casildomaldaner@senador.gov.br

Cícero Lucena PSDB PB cicero.lucena@senador.gov.br

Ciro Nogueira ciro.nogueira@senador.gov.br

Clésio Andrade PR MG clesio.andrade@senador.gov.br

Cristovam Buarque PDT DF cristovam@senador.gov.br

Cyro Miranda PSDB GO cyro.miranda@senador.gov.br

Delcídio do Amaral PT MS delcidio.amaral@senador.gov.br

Demóstenes Torres DEM demostenes.torres@senador.gov.br

Eduardo Amorim PSC eduardo.amorim@senador.gov.br

Eduardo Braga PMDB eduardo.braga@senador.gov.br

Eduardo Suplicy PT SP eduardo.suplicy@senador.gov.br

Epitácio Cafeteira PTB ecafeteira@senador.gov.br

Eunício Oliveira PMDB eunicio.oliveira@senador.gov.br

Fernando Collor PTB fernando.collor@senador.gov.br

Flexa Ribeiro PSDB flexaribeiro@senador.gov.br

Francisco Dornelles PP francisco.dornelles@senador.gov.br

Garibaldi Alves PMDB RN garibaldi@senador.gov.br

Gilvam Borges PMDB AP gilvamborges@senador.gov.br

Gim Argello PTB DF gim.argello@senador.gov.br

Gleisi Hoffmann PT PR gleisi.helena@senadora.gov.br

Humberto Costa PT PE humberto.costa@senador.gov.br

Inácio Arruda PC DO B CE inacioarruda@senador.gov.br

Itamar Franco PPS itamar.franco@senador.gov.br

Ivo Cassol PP ivo.cassol@senador.gov.br

Jarbas Vasconcelos PMDB PE jarbas.vasconcelos@senador.gov.br

Jayme Campos DEM MT jayme.campos@senador.gov.br

João Alberto Souza PMDB MA joao.alberto@senador.gov.br

João Durval PDT BA joaodurval@senador.gov.br

João Pedro PT AM joaopedro@senador.gov.br

João Ribeiro PR TO joaoribeiro@senador.gov.br

João Vicente Claudino PTB PI j.v.claudino@senador.gov.br

Jorge Viana PT AC jorge.viana@senador.gov.br

José Agripino DEM RN jose.agripino@senador.gov.br

José Pimentel PT CE jose.pimentel@senador.gov.br

José Sarney PMDB AP sarney@senador.gov.br

Kátia Abreu DEM TO katia.abreu@senadora.gov.br

Lídice da Mata PSB BA lidice.mata@senadora.gov.br

Lindbergh Farias PT RJ lindbergh.farias@senador.gov.br

Lobão Filho PMDB MA lobaofilho@senador.gov.br

Lúcia Vânia PSDB GO lucia.vania@senadora.gov.br

Luiz Henrique PMDB SC luiz.henrique@senador.gov.br

Maria do Carmo Alves DEM SE maria.carmo@senadora.gov.br

Marinor Brito PSOL PA marinor.brito@senadora.gov.br

Mário Couto PSDB PA mario.couto@senador.gov.br

Marisa Serrano PSDB MS marisa.serrano@senadora.gov.br

Marta Suplicy PT SP marta.suplicy@senadora.gov.br

Mozarildo Cavalcanti PTB RR mozarildo@senador.gov.br

Paulo Bauer PSDB SC paulo.bauer@senador.gov.br

Paulo Davim PV RN paulodavim@senado.gov.br

Paulo Paim PT RS paulopaim@senador.gov.br

Pedro Simon PMDB RS simon@senador.gov.br

Pedro Taques PDT MT pedrotaques@senador.gov.br

Randolfe Rodrigues PSOL randolfe.rodrigues@senador.gov.br

Renan Calheiros PMDB renan.calheiros@senador.gov.br

Ricardo Ferraço PMDB ES ricardoferraco@senador.gov.br

Roberto Requião PMDB PR requiao@senado.gov.br

Rodrigo Rollemberg PSB DF rodrigo.rollemberg@senador.gov.br

Romero Jucá PMDB RR romero.juca@senador.gov.br

Sérgio Petecão PMN sergio.oliveira@senador.gov.br

Valdir Raupp PMDB RO valdir.raupp@senador.gov.br

Vanessa Grazziotin PC DO B vanessa.grazziotin@senadora.gov.br

Vicentinho Alves PR TO vicente.alves@senador.gov.br

Vital do Rego PMDB vital.rego@senador.gov.br

Waldemir Moka PMDB MS Ala Alexandre Costa gab. 07 waldemir.moka@senador.gov.br

Walter Pinheiro PT BA (NÃO FEZ E-MAIL Ainda)

Wellington Dias PT PI wellington.dias@senador.gov.br

Wilson Santiago PMDB PB wilson.santiago@senador.gov.br

Se alguém quiser o contato por carta ou telephone pode acessar o documento que está ao final desta página: http://www.plc122.com.br/carta-aberta-desarquivamento-plc122/

Twitter de 54 dos Senadores basta seguirem esta lista (todos verificados)

http://twitter.com/EleicoesHoJE/senadores

Ao seguir a lista você não seguirá automaticamente todos e vai ler o conteúdo apenas quando achar necessário

quarta-feira, 5 de maio de 2010

O inimigo do povo


Constituinte: Serra votou sempre contra os trabalhadores.



Fonte: http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2010/04/23/constituinte-serra-votou-sempre-contra-os-trabalhadores-e-o-lobo-em-pele-de-cordeiro/


COMO SE COMPORTOU JOSÉ SERRA NA CONSTITUINTE
a) votou contra a redução da jornada de trabalho para 40 horas;

b) votou contra garantias ao trabalhador de estabilidade no emprego;
c) votou contra a implantação de Comissão de Fábrica nas indústrias;
d) votou contra o monopólio nacional da distribuição do petróleo;

e) negou seu voto pelo direito de greve;

f) negou seu voto pelo abono de férias de 1/3 do salário;

g) negou seu voto pelo aviso prévio proporcional;

h) negou seu voto pela estabilidade do dirigente sindical;

i) negou seu voto para garantir 30 dias de aviso prévio;

j) negou seu voto pela garantia do salário mínimo real;

Fonte: DIAP — “Quem foi quem na Constituinte”;pag. 621.

sábado, 6 de março de 2010

Vamos exorcisar esse DEMônio!


Agora o DEM acaba?
do blog Futepoca

Até 2008, o Democratas, ex-Partido da Frente Liberal (PFL), tinha os prefeitos de duas capitais e um governador de estado. Muito menos do que no período em que compunha, como parceiro prioritário, o governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB). A mudança de nome, em 2006, foi parte de uma estratégia de redefinir funções e superar o ranço anacrônico e desgastado que povoava o imaginário do eleitor sobre a turma que já foi Arena e PDS.

César Maia teve seu mandato encerrado, passando a bola a Eduardo Paes no Rio de Janeiro. Ficaram Gilberto Kassab, reeleito em São Paulo, e José Roberto Arruda, no Distrito Federal.

Este último sequer reside nas fileiras do partido. Em meio à maior crise político do DF, Arruda está preso há 23 dias, desde quando também se licenciou do cargo. Antes, havia se desfiliado para evitar uma expulsão. Era cotado para ser vice do governador de São Paulo, José Serra (PSDB), por analistas – o que deu origem ao "vote em um careca e leve dois".

No dia 22 de fevereiro Kassab foi cassado. A decisão foi publicada apenas nesta terça-feira, 22, no Diário Oficial. Os advogados de defesa tiveram já dois dias para preparar os recursos e reverter, por liminar, a sentença do juiz Aloísio Sérgio Resende Silveira, da 1ª Zona Eleitoral. Situação semelhante passaram 13 vereadores da capital, todos da base de Kassab – outros três aguardam julgamento.

O problema são doações de R$ 9,6 milhões, um terço do total arrecadado pela campanha, de fontes consideradas irregulares pela Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo. Mesmo antes do anúncio, Kassab manifestava a assessores a certeza de que seria, de fato, cassado, mas poderia reverter tudo na segunda instância.

É no Tribunal Regional Eleitoral que moram as esperanças do DEM.

Seus dois expoentes em cargos do Executivo estão na berlinda. Os dois tiveram vínculos com Serra, até por estarem nessa posição de destaque. A possibilidade de o DEM indicar o vice de uma chapa tucana pode ser atrapalhada. Aliás, o Kassab formou chapa com o tucano na disputa à prefeitura, além de ter conseguido seu apoio informal mesmo com uma candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB) ao cargo.

Elos com Serra à parte, dos 14 senadores do DEM, oito têm seus mandatos em disputa neste ano. Para um partido que viu sua bancada cair de 84 de 2006 para os atuais 56 em exercício (foram 19 eleitos a menos e nove abandonaram o barco desde então). Naquela disputa, o agrupamento miguou de um partido grande para um médio.

Em meio a sua maior crise pelo menos desde que mudou de alcunha e com riscos de não ter um nome de peso para compor uma chapa com um José Serra – que já acumula desgastes demais para um ano eleitoral que nem passou do segundo mês –, será exagero se perguntar se agora o DEM acaba?

Em tempo, ninguém aqui falou em "se ver livre dessa raça" e muito menos que está "encantado" com a seqüência.

Em tempo 2: Kassab conseguiu efeito suspensivo da decisão. Até que o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) se pronuncie, ele mantém-se no cargo.

Fonte: Futepoca

quinta-feira, 19 de março de 2009

O que de bom vem de Brasília...





O Detrito Federal é uma das minhas bandas preferidas dos anos 80. Primeiro, fui seduzido pela capa do disco - que jovem não o seria naquela época? (o desenho de um bonequinho fazendo da arquitetura do Senado um uso bastante significativo: cagando e mijando na cúpula), depois pelo batidão punk e, também, pela irreverência das letras.

É Rock do bom, agressivo e direto e, a inspiração para as capas, me parecem, ainda, bastante atuais.

quinta-feira, 12 de março de 2009

"Deu" no 'Língua de Trapo'

TUCANOS INCOMPETENTES QUEREM DAR PITACO
O que esses tucanos pensam quem são, hein? Esses corruptos e incompetentes quebraram o Brasil, agora querem dar conselho a quem vem administrando a marolinha com ousadia e competência. Esses safados querem ajudar o Brasil como fizeram com a ADIN ajuizada no STF para barrar o Fundo Soberano. Se Lula aceitar o conselho desta gang que dilapidou o Brasil, estamos ferrados, fudidos. Tucaninhos agourentos façam o seguinte: criem um gabinete de crise no Rio Grande do Sul, um estado tomado pela corrupção.Vão lá, deem um conselho para Yeda Cruzes.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Merda no Ventilador

O senador Jarbas Vasconcelos resolveu botar a boca no trombone dizendo que seu próprio partido, o PMDB, faz política em troca de favores e corrupção para manter-se no poder. Ora, o nobre parlamentar não citou nomes e limitou-se a vociferar, cuspindo para todos os lados. Não causou o impacto que supostamente pretendia, pois os presidentes das casas (Senado e Câmara, José Sarney e Michel Temer, respectivamente) declararam não passar de um “desabafo” do colega, aumentando o descrédito da política brasileira.
De fato, o PMDB tem cerca de 40% de seus parlamentares e praticamente a metade de sua banca no Senado, composta de 10 senadores, sob suspeita. Só que o problema não se resume a este partido, vide os últimos escândalos de Brasília...

Veja o texto de Eugenio Bucci:

As "Páginas Amarelas" com o senador Jarbas Vasconcelos à revista Veja, dizendo que o PMDB só pensa em cargos e pratica nada menos que a corrupção desenfreada, continuam a render e a render. O Jornal Nacional de segunda-feira (16/2) mostrou o peemedebista, há 42 anos no partido, reafirmando suas caracterizações, enquanto Sarney, atingido pelas declarações do dissidente, afirma preferir o silêncio. Na mesma segunda, na Folha de S.Paulo, Fernando Rodrigues pede, com razão, que Jarbas aponte nomes envolvidos nas irregularidades que denuncia e, no Globo, Ricardo Noblat diz que ele deu "a mais devastadora entrevista" concedida por um político "nos últimos dez anos". Vem mais por aí.

Não adianta dizer que as palavras do senador pernambucano decorrem de uma jogada de marketing político para promovê-lo. Elas são mais do que isso. São uma explosão, mais que um desabafo tão calculado assim. Jogadas de marketing procuram lidar com efeitos controláveis, ao menos controláveis aos olhos de seus artífices, e essa entrevista destampa um poço de demônios que correrão soltos pelos gabinetes. Sem controle de ninguém. Não dá para ter segurança quanto às conseqüências. Só o que dá para saber é que Jarbas disse a verdade, a sua verdade, no mínimo, uma verdade que não suportava mais guardar.

Veja tambem o coment´ario de Luciano Martins Costa:


O jogo do faz de conta

Para produzir algum efeito, se realmente tem intenção de colocar sob controle os desmandos do Congresso Nacional e colaborar para reduzir o nível de corrupção, a imprensa precisa se aliar aos parlamentares com ficha limpa e questionar o constante adiamento de reformas que poderiam eliminar o mal pela raiz.

Como se sabe, tudo começa no registro eleitoral, e o Supremo Tribunal Federal decidiu, no ano passado, que cidadãos com ficha suja só podem ser impedidos de registrar candidatura a cargo eletivo depois de condenados definitivamente.

Se se trata, então, de alertar o eleitor para ter em mente os nomes de parlamentares suspeitos e negar a eles seu voto, a lista ainda está incompleta. Faltam os nomes dos deputados acusados ou processados. E não apenas do PMDB.

Só um factóide

O PMDB apenas se tornou o assunto da vez porque possui as maiores bancadas de parlamentares e o maior número de prefeitos. É uma força política definidora de eleições e não possui uma liderança nacional. Declarações genéricas contra integrantes do partido serão sempre colocadas na conta da disputa pela sucessão presidencial de 2010.

Se o senador Vasconcelos e a imprensa estivessem mesmo dispostos a colocar a nu a corrupção do Congresso, deveriam estender seus olhares para os demais partidos, e para a Câmara dos Deputados, onde brilham luminares como Edmar Moreira, o senhor do castelo, e outros suspeitos mais discretos.

Lembre-se o leitor que Edmar Moreira chegou a ser nomeado corregedor da Câmara dos Deputados. Quem o nomeou tinha claramente a intenção de garantir que a Corregedoria não iria funcionar.

Qualquer investigação séria sobre corrupção no Congresso deveria começar por aí. Declarações bombásticas, mas genéricas, apenas aumentam o descrédito da sociedade em relação ao Parlamento. Muito barulho por nada.